segunda-feira, 1 de dezembro de 2014







EUTANÁSIA
Somente a Deus, doador da vida, assiste o direito de tirá-la. Trata-se de direito indelegável. Em nenhuma ipótese, pois, se justifica a eutanasia.Adesesperança e a descrença pregam, muitas vezes suas peças. Paga-se mito caro, às vezes, pela falta de comfiança e fé numa força superior. É oque aconteceu com o fmoso médico francês, comforme está narrado no livro da Eutanásia (Livraria Tres poderes, 1991, pags 40/41), de autoria do desembargador Pedro Soares Correia.

Eis o fato:

Adoece,de uma feita, a varios quilometros de paris, formosa criança. Seu pai, médico,desvela-se em cuidados . Era porém, temerosa moléstia,difteria . Acendiam os óbitos, naquela época, da terrivel doença à cifra espantosa de 99%. O pai valeu-se de tudo que possivel para salvar sua filha. Vieram os fenômenos asfixos. A cianose da face era , então , o sinal precursor da morte! Consultara, em desepero de causa, os calegas de París. Nenhuma resposta. Doía-lhe , ao infinito, oespetaculo da anciedade sem cura da pobrizinha. Pensa , nesse instante, em abreviar o desfecho. Injeção de ópio que alivia-se tudo.... Pensou e fez! Não falhou o tóxico. Vê, cedo, a cerenidade definitiva....

Depois, o enterro, a volta do cemitério, o pranto a saudade imensa e a sensação de um cruel dever cumprido....E quando, de súbito, lhe anúciaram um telegrama que dizia : Roux acaba de descobrir o soro antidiftérico, aplicando com êxito. Aguarde remessa.O exemplo é de uma realidade flagrante .

Weimar Muniz de Oliveira reformador 1994
postado por preespirita

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