Curso de Educação Mediúnica em Porto Alegre
Curso de Educação Mediúnica
Você mora em Porto Alegre? Se interessa em aprender sobre Espiritismo? Gostaria de fazer parte de um grupo de educação mediúnica?
Então você está convidado a participar de encontros de estudo semanais voltados para a formação de servidores em duas instituições: A Casa do Jardim e a Casa da Volta do Campo.
Em 2015 estaremos acompanhando nova turma às quintas-feiras, a partir de Março, na Casa da Volta do Campo, no bairro Tristeza. Mesmo que você não tenha interesse imediato de trabalhar num centro espírita, será bem recebido no curso, que tem duração de cinco anos. Nos três primeiros anos a ênfase do curso é sobre os Evangelhos, sem descuidar de aspectos doutrinários. Se você se interessa em conhecer mais profundamente o ensino de Jesus, sob ângulos diferentes do que é normalmente apresentado, este é o curso certo pra você.
Se você tem pouca ou nenhuma noção da Doutrina Espírita e gostaria de começar o seu estudo do zero, a Casa do Jardim, no bairro Menino Deus, oferece, antes do Curso de Educação Mediúnica, dois anos de educação espírita. Aliás, se o bairro Menino Deus é mais acessível pra você, você pode optar por estudar na Casa do Jardim, que é onde a escola está estruturada há mais tempo. O curso é o mesmo nas duas instituições.
Estou à sua disposição, para qualquer dúvida sobre horários ou conteúdo do curso, no e-mail morelfw@yahoo.com.br
Será um prazer estudarmos juntos, trocarmos ideias, opiniões, movimentarmos o conhecimento do Evangelho de Jesus. Conhecimento sem movimento é conhecimento estagnado. Precisamos compartilhar o que sabemos. E sempre temos algo a contribuir com nossos pontos de vista. Aguardo você. Um abraço!
Você é muito importante!
Em essência somos iguais…
Artigo publicado originalmente em 23/08/2012
Você se considera uma pessoa importante? Olhando pra você mesmo, você reconhece valores que as outras pessoas não notam? Há um mecanismo praticamente desconhecido no universo a que chamamos “humanidade”. Uma pequena parte, uma mínima fração da humanidade é a parte que lhe coube. Trata-se de uma individualização da humanidade que, além de Deus, só você percebe realmente, uma parte que só você acompanha todo o tempo. Essa parte da humanidade é você.
Você tomou conhecimento de si mesmo há alguns milênios. Vem aperfeiçoando essa “consciência de ser” uma reencarnação após outra, cada vez melhorando um pouquinho. Ninguém lhe conhece a fundo, fora você mesmo. Só você conhece suas verdadeiras intenções, os seus desejos secretos, os seus reais anseios. Os seus sonhos, que é claro que você tem, e nunca contou a ninguém. As suas velhas dores, de que você precisa se livrar com coragem. Tudo isso é só você que sabe, é só você que conhece, é só você que sente.
Você é espírito imortal, único, diferente de todos. Não há no mundo ninguém igual a você. Como não gostar de você mesmo? Você sabe como você é especial. Você sabe como tenta fazer o melhor, como gostaria que reconhecessem seu valor, suas qualidades.
Você. Só você? E os outros? Não há ninguém igual a você, mas também não há ninguém igual a nenhum dos outros. Todos são únicos em sua individualidade, e todos são um só em essência, em humanidade.
Você alguma vez já olhou pela janela do ônibus e viu aquele monte de rostos passando, um diferente do outro? Cada um tem sua história, talvez tão rica ou mais que a sua. Não sei se na sua cidade tem trem, mas no vagão de um trem cabe um monte de pessoas. De manhã cedo é um exercício de empatia olhar algumas daquelas centenas de pessoas e imaginar que por trás daqueles semblantes sérios, ou tristes, ou carrancudos, ou debochados, ou assustadiços, há tanta atividade mental e emocional quanto em qualquer um de nós, eu, você…
Todos percebem o mundo, as pessoas, as coisas, conforme seus olhos, conforme seu ponto de vista. Assim como você sabe mesmo é de si mesmo, eles todos também; o que sabem, realmente, é sobre eles próprios. Todos têm a mesmíssima importância que você. Ninguém, em sua essência, é menos ou mais do que você.
É dessa percepção individual que nasce o individualismo. É dessa noção privilegiada de si mesmo que surge o egoísmo. É da identificação com suas idiossincrasias, com suas características próprias, com suas benesses e mazelas que advém o orgulho. O maior dos males.
O orgulho nos impede de notar o outro como uma continuação de nós mesmos. Ou melhor, uma outra parte de nós mesmos. Um outro “eu”. É maravilhoso gostar de si mesmo. Devemos amar a nós mesmos o mais e melhor que pudermos. Jesus nos disse que devemos amar ao próximo como a nós mesmos. É evidente que devemos amar muito ao nosso próximo. E nós somos o parâmetro desse amor. Conforme você se ama, deve amar ao seu próximo. Sua reforma íntima exige isso.
Porque o próximo é um outro você, uma outra versão de você. Mas somos tudo a mesma coisa. A mesmíssima massa humana. Como você respondeu à pergunta lá em cima? Você se acha importante? Tomara que sim. Tomara que você se considere muito, muito importante. E que perceba, e aceite, que os outros são tão importantes quanto você.
Olhe para a primeira pessoa que aparecer na sua frente, qualquer uma. Se você estivesse sozinho numa ilha deserta, como Robinson Crusoé, você não imploraria por ter essa pessoa como companhia?
Quando ocorre uma catástrofe e há desaparecidos, não ocorre uma grande e espontânea mobilização para resgatá-los, mesmo sem saber quem sejam?
É porque as pessoas são importantes, todas elas. Trate-se como tal. Você é uma pessoa muito importante. E lembre-se de que o outro também é importante, e também gosta de ser tratado como tal.
Mensagem de Emmanuel – Maus obreiros
Mensagem de Emmanuel no livro Vinha de Luz, psicografado por Chico Xavier: MAUS OBREIROS
“Guardai-vos dos maus obreiros.” – Paulo. (Filipenses, 3:2.)
Paulo de Tarso não recomenda sem razão o cuidado a observar-se, ante o assédio dos maus obreiros.
Em todas as atividades do bem, o trabalhador sincero necessita preservar-se contra o veneno que procede do servidor infiel.
Enquanto os servos leais se desvelam, dedicados, nas obrigações que lhes são deferidas, os maus obreiros procuram o repouso indébito, conclamando companheiros à deserção e à revolta. Ao invés de cooperarem, atendendo aos compromissos assumidos, entregam-se à crítica jocosa ou áspera, menosprezando os colegas de luta.
Estimam as apreciações desencorajadoras.
Fixam-se nos ângulos ainda inseguros da obra em execução, despreocupados das realizações já feitas.
Manuseiam textos legais a fim de observarem como farão valer direitos com esquecimento de deveres.
Ouvem as palavras alheias com religiosa atenção para extraírem os conceitos verbais menos felizes, de modo a estabelecerem perturbações.
Chamam covardes aos cooperadores humildes, e bajuladores aos eficientes ou compreensivos.
Destacam os defeitos de todas as pessoas, exceto os que lhes são peculiares.
Alinham frases brilhantes e complacentes, ensopando-as em óleo de perversidades ocultas.
Semeiam a dúvida, a desconfiança e o dissídio, quando percebem que o êxito vem próximo.
Espalham suspeitas e calúnias, entre os que organizam e os que executam.
Fazem-se advogados para serem acusadores.
Vestem-se à maneira de ovelhas, dissimulando as feições de lobos.
Costumam lamentar-se por vítimas para serem verdugos mais completos.
“Guardai-vos dos maus obreiros.”
O conselho do apóstolo aos gentios permanece cheio de oportunidade e significação.
Você é importante!
Você é importante!
Artigo publicado originalmente em 22/08/2012
Você é importante! Você tem potencialidades que nem sequer imagina! Você é imagem e semelhança de Deus; portanto, perfectível.
Você costuma notar mais diferenças do que semelhanças nas pessoas? Você acha que algumas pessoas são mais importantes que outras? É claro que há pessoas que se destacam mais, que fazem mais sucesso, que são mais populares, ou mais bonitas, ou mais ricas do que as outras.
O que faz uma pessoa parecer importante? Não será a importância que ela dá a si mesma? Afinal, somos o que pensamos. O grau de importância que nos damos é determinante para a imagem que passamos.
Analise, mesmo que por alguns segundos, as pessoas que você conhece, as pessoas com quem você tem convivido. O que predomina entre elas: as diferenças ou as semelhanças? Somos criados simples e ignorantes e vamos pouco a pouco, reencarnação após reencarnação, desenvolvendo nosso livre arbítrio.
É daí que surgem as diferenças. Vamos enveredando por inúmeros caminhos, nos diferenciando uns dos outros pelo desenvolvimento de nossa individualidade, pelos passos que damos em busca de nossa reforma íntima. Mas você, como bom observador, já deve ter notado que as diferenças são mais aparentes do que verdadeiras.
Todos gostamos de conforto, de boa comida, do aconchego familiar. Todos gostamos de usar uma roupa nova e bonita, todos gostamos de ser elogiados e valorizados, todos gostamos de subir na vida. Todos gostamos de ser respeitados, todos gostamos de ser bem atendidos em qualquer lugar, todos temos nossos problemas, todos gostamos de descansar quando estamos cansados. Escreveria um livro citando semelhanças entre todo mundo. Todo mundo é espírito imortal, se despojando de velhos defeitos e buscando acrescentar valores à sua bagagem milenar.
A verdade é que somos todos muito parecidos. Pense na pessoa mais importante que você conhece. Lembre o ser mais arrogante que você já conheceu. Eles não fazem o mesmo que você e eu quando sentam no “trono”? Não têm eles as mesmas necessidades e características humanas que nós?
No entanto, todos somos importantes. Se você não se considera importante hoje, é devido às crenças que você foi adquirindo ao longo do tempo. Você é importante, tão importante quanto qualquer outra pessoa. Você tem potencialidades que nem sequer imagina! Você é imagem e semelhança de Deus; portanto, perfectível. E único. Somos todos iguais em essência e únicos em consciência. Como você, espírito imortal único e insubstituível, não há ninguém! Há algo, neste mundo, que só você pode fazer.
Somos todos importantes, e devemos nos tratar uns aos outros como pessoas importantes que somos. Você não deve baixar a cabeça pra ninguém, pois ninguém é mais importante que você, a não ser que você queira isso. Também não convém que você olhe pra alguém de cima pra baixo, com ar de superioridade. Você não é mais do que ninguém, e não tem o direito de humilhar a quem quer que seja.
Sempre iremos encontrar pessoas despreparadas, iludidas, que pensam ser mais importantes que as outras. São os arrogantes, os pretensiosos, os autoritários. A única maneira de provarmos a nós mesmos que superamos esse estágio é através da compreensão. Se conseguirmos compreender que essas pessoas estão enganando a si mesmas, e que terão um longo caminho para trilhar no rumo da humildade, conseguiremos manter a calma e a compostura. Essa compreensão não é uma forma de amor?
Mensagem de Emmanuel – Falatórios
Mensagem de Emmanuel no livro Vinha de Luz, psicografado por Chico Xavier: FALATÓRIOS
“Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade.” – Paulo. (II Timóteo, 2:16).
Poucas expressões da vida social ou doméstica são tão perigosas quanto o falatório desvairado, que oferece vasto lugar aos monstros do crime.
A atividade religiosa e científica há descoberto numerosos fatores de desequilíbrio no mundo, colaborando eficazmente por extinguir-lhes os focos essenciais.
Quanto se há trabalhado, louvavelmente, no combate ao álcool e à sífilis?
Ninguém lhes contesta a influência destruidora. Arruínam coletividades, estragam a saúde, deprimem o caráter.
Não nos esqueçamos, porém, do falatório maligno que sempre forma, em derredor, imensa família de elementos enfermiços ou aviltantes, à feição de vermes letais que proliferam no silêncio e operam nas sombras.
Raros meditam nisto.
Não será, porventura, o verbo desregrado o pai da calúnia, da maledicência, do mexerico, da leviandade, da perturbação?
Deus criou a palavra, o homem engendrou o falatório.
A palavra digna infunde consolação e vida. A murmuração perniciosa propicia a morte.
Quantos inimigos da paz do homem se aproveitam do vozerio insensato, para cumprirem criminosos desejos?
Se o álcool embriaga os viciosos, aniquilando-lhes as energias, que dizer da língua transviada do bem que destrói vigorosas sementeiras de felicidade e sabedoria, amor e paz? Se há educadores preocupados com a intromissão da sífilis, por que a indiferença alusiva aos desvarios da conversação?
Em toda parte, a palavra é índice de nossa posição evolutiva. Indispensável aprimorá-la, iluminá-la e enobrecê-la.
Desprezar as sagradas possibilidades do verbo, quando a mensagem de Jesus já esteja brilhando em torno de nós, constitui ruinoso relaxamento de nossa vida, diante de Deus e da própria consciência.
Cada frase do discípulo do Evangelho deve ter lugar digno e adequado.
Falatório é desperdício. E quando assim não seja, não passa de escura corrente de venenos psíquicos, ameaçando espíritos valorosos e comunidades inteiras.
Mensagem de Emmanuel no livro Vinha de Luz, psicografado por Chico Xavier: NÃO AS PALAVRAS
“Mas em breve irei ter convosco, se o Senhor quiser, e então conhecerei, não as palavras dos que andam inchados, mas a virtude.” – Paulo. (I Coríntios, 4:19.)
Cristo e os seus cooperadores não virão ao encontro dos aprendizes para conhecerem as palavras dos que vivem na falsa concepção do destino, mas sim dos que se identificaram com o espírito imperecível da construção evangélica.
É indubitável que o Senhor se interessará pelas obras; contudo, toda vez que nos reportamos a obras, geralmente os ouvintes somente se lembram das instituições materiais, visíveis no mundo, ricas ou singelas, simples ou suntuosas.
Muita vez, as criaturas menos favorecidas de faculdades orgânicas, qual o cego ou o aleijado, acreditam-se aniquiladas ou inúteis, ante conceituação dessa natureza.
É que, comumente, se esquece o homem das obras de santificação que lhe compete efetuar no próprio espírito.
Raros entendem que é necessário manobrar pesados instrumentos da vontade a fim de conquistar terreno ao egoísmo; usar enxada de esforço pessoal para o estabelecimento definitivo da harmonia no coração. Poucos se recordam de que possuem idéias frágeis e pequeninas acerca do bem e que é imprescindível manter recursos íntimos de proteção a esses germens para que frutifiquem mais tarde.
É lógico que as palavras dos que não vivem inchados de personalismo serão objeto das atenções do Mestre, em todos os tempos, mesmo porque o verbo é também força sagrada que esclarece e edifica. Urge, todavia, fugir aos abusos do palavrório improdutivo que menospreza o tempo na “vaidade das vaidades”.
Não olvides, pois, que, antes das obras externas de qualquer natureza, sempre fáceis e transitórias, tens por fazer a construção íntima da sabedoria e do amor, muito difícil de ser realizada, na verdade, mas, por isto mesmo, sublimada e eterna.
O que é o livre arbítrio?
O que é o livre arbítrio?
Um dos termos mais utilizados no Espiritismo é livre-arbítrio. O livre-arbítrio faz você co-creador com Deus.
Você é responsável pelos seus atos. Você tem a liberdade de pensar. Ninguém é capaz de impedir ou controlar os seus pensamentos. É através do pensamento que você manifesta a sua liberdade. Se você é livre para pensar, é igualmente livre para falar e agir.
Você pode ser momentaneamente impedido de falar o que gostaria ou de agir de acordo com a sua vontade. Mas esses impedimentos são circunstanciais. Como ser individual que você é, como espírito imortal criado à imagem e semelhança de Deus, portanto, perfectível, você tem ampla liberdade de escolha. Você é o construtor do seu destino.
De acordo com o seu grau de adiantamento moral, você pode se sentir compelido a praticar determinadas ações. Quanto menos adiantado, mais propenso a obedecer aos seus instintos. Conforme você vai se desenvolvendo moralmente, os instintos vão perdendo a autoridade sobre você, sobre suas escolhas. Porque, mesmo aqueles que se deixam guiar pelos instintos, mesmo eles poderiam resistir aos apelos instintivos, se essa fosse a sua vontade. Ninguém é obrigado a ceder aos seus desejos e caprichos.
O livre-arbítrio é a característica que faz de você co-criador com Deus. Nós herdamos de Deus a capacidade de criação. E exercemos essa capacidade pelo nosso poder de escolha. Podemos fazer ou deixar de fazer de acordo com a nossa vontade. Isso nos torna responsáveis pelos atos que praticamos e pelos atos que poderíamos praticar e não praticamos. Responsáveis pelo mal que fazemos e pelo bem que deixamos de fazer.
Somos influenciados constantemente. Influenciados pelos nossos pais, pela família, pela mídia, pelos livros, pelos ambientes em que vivemos e desenvolvemos nossas atividades. Mas isso não diminui a nossa responsabilidade. Cada um de nós é uma consciência pensante dotada de livre-arbítrio. Sempre temos condições de aceitar ou não as influências que chegam até nós. Ninguém implanta ideias em nossas cabeças sem a nossa permissão. Não existe espírito encarnado ou desencarnado com poder de nos ditar o que pensar, o que falar e o que fazer. Para isso é indispensável o nosso consentimento.
A compreensão do livre-arbítrio nos dá a dimensão real da consciência do que fazemos. Podemos enganar as pessoas, podemos burlar as leis, podemos mentir, enganar, disfarçar, lesar muitas pessoas sem que ninguém perceba. Mas nós sabemos. Nossa consciência está acompanhando tudo. Nossa consciência é a partícula de Deus que nos cabe. E não há como enganar a Deus.
Antes de você reencarnar, você provavelmente tomou resoluções e participou do planejamento das características principais da sua vida atual. Mas isso não quer dizer, de maneira alguma, que tudo esteja escrito em sua vida. Você planejou aspectos importantes como o seu lar, o seu ambiente, as condições em que se deram os seus primeiros anos, algumas questões relacionadas ao corpo físico. Mas você tem pleno poder de modificar o rumo da sua vida, para melhor ou para pior.
O seu livre-arbítrio é o seu poder de escolha. É a sua capacidade de ser o comandante de sua própria existência. Você manda. Você decide. Cada decisão sua produz uma consequência. Sempre. E você tem que arcar com as consequências dos seus atos.
Mensagem de Emmanuel – Em nosso trabalho
Mensagem de Emmanuel no livro Vinha de Luz, psicografado por Chico Xavier: EM NOSSO TRABALHO
“Porque toda casa é edificada por alguém, mas o que edificou todas as coisas é Deus.” – Paulo. (Hebreus, 3:4.)
O Supremo Senhor criou o Universo, entretanto, cada criatura organiza o seu mundo particular.
O Arquiteto Divino é o possuidor de todas as edificações, todavia, cada Espírito constrói a habitação que lhe é própria.
O Doador dos Infinitos Bens espalha valores ilimitados na Criação, contudo, cada um de nós outros deverá criar valores que nos sejam inerentes à personalidade.
A natureza maternal, rica de bênçãos, em toda parte constitui a representação do patrimônio imensurável do Poder Divino e, em todo lugar, onde exista alguém, aí palpita a vontade igualmente criadora do homem, que é o herdeiro de Deus.
O Pai levanta fundamentos e estabelece leis.
Os filhos contribuem na construção das obras e operam interferências.
É compreensível, portanto, que empenhemos todo o cuidado em nosso esforço individualista, nas edificações do mundo, convictos de que responderemos pela nossa atuação pessoal, em todos os quadros da vida.
Colaboremos no bem com o entusiasmo de quem reconhece a utilidade da própria ação, nos círculos do serviço, mas sem paixões destruidoras que nos amarrem às ilhas do isolacionismo.
Apresentemos nosso trabalho ao Senhor, diariamente, e peçamos a Ele destrua as particularidades em desacordo com os seus propósitos soberanos e justos, rogando-Lhe visão e entendimento.
Seremos compelidos a formar o campo mental de nós mesmos, a erguer a casa de nossa elevação e a construir o santuário que nos seja próprio.
No desdobramento desse serviço, porém, jamais nos esqueçamos de que todos os patrimônios da vida pertencem a Deus.
Você pode harmonizar e pacificar as pessoas
Você pode harmonizar e pacificar as pessoas
Artigo publicado originalmente em 20/08/2012
Você tem a capacidade e a responsabilidade de harmonizar e pacificar as pessoas que compõe seu grupo de convívio.
Você está satisfeito com a sua contribuição ao mundo? Você acha que a sua parte já está de bom tamanho? Seria um erro pensar que somos pequenos para contribuir com o mundo. Você é espírito imortal, não é? Jesus Cristo, Ghandi, eu, você, o presidente dos Estados Unidos, todos somos espíritos imortais. Todos nós temos a mesma natureza de filhos de Deus, feitos à sua imagem e semelhança. Portanto, somos perfectíveis. Podemos contribuir. Se consultarmos a consciência, não só podemos, como.
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