terça-feira, 2 de junho de 2015












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terça-feira, 26 de maio de 2015

















O Evangelho Segundo o Espiritismo







SANSÃO
Antigo membro da Sociedade  Espírita de Paris, 1863

             21 – Quando a morte vem ceifar em vossas famílias, levando sem consideração os jovens em lugar dos velhos, dizeis freqüentemente: “Deus não é justo, pois sacrifica o que está forte e com o futuro pela frente, para conservar os que já viveram longos anos, carregados de decepções: leva os que são úteis e deixa os que não servem para nada mais; fere um coração de mãe, privando-o da inocente criatura que era toda a sua alegria”. 


           
 
Criaturas humanas, são nisto que tendes necessidades de vos elevar, para compreender que o bem está muitas vezes onde pensais ver a cega fatalidade. Por que medir a justiça divina pela medida da vossa? Podeis pensar que o
Senhor dos Mundos queira, por um simples capricho, infligir-vos penas cruéis? Nada se faz sem uma finalidade inteligente, e tudo o que acontece tem a sua razão de ser. Se perscrutásseis melhor todas as dores que vos atingem, sempre encontraria nela a razão divina, razão regeneradora, e vossos miseráveis interesses representariam umas considerações secundárias, que relegaríeis ao último plano.


            Acreditai no que vos digo: a morte é preferível, mesmo numa encarnação de vinte anos, a esses desregramentos vergonhosos que desolam as famílias respeitáveis, ferem um coração de mãe, e fazem branquear antes do tempo os cabelos dos pais. A morte prematura é quase sempre um grande benefício, que Deus concede ao que se vai, sendo assim preservado das misérias da vida, ou das seduções que poderiam arrastá-lo à perdição. Aquele que morre na flor da idade não é uma vítima da fatalidade, pois Deus julga que não lhe será útil permanecer maior tempo na Terra.  É uma terrível desgraça, dizeis, que uma vida tão cheia de esperanças seja cortada tão cedo! Mas de que esperanças querem falar? Das esperanças da Terra onde aquele que se foi poderia brilhar, fazer sua carreira e sua fortuna? Sempre essa visão estreita, que não consegue elevar-se acima da matéria! Sabeis qual teria sido a sorte dessa vida tão cheia de esperanças, segundo entendeis? Quem vos diz que ela não poderia estar carregada de amarguras? Considerais como nada as esperanças da vida futura, preferindo as da vida efêmera que arrastais pela Terra? Pensais, então, que mais vale um lugar entre os homens que entre os Espíritos bem-aventurados?


            Regozijai-vos em vez de chorar, quando apraz a Deus retirar um de seus filhos deste vale de misérias. Não é egoísmo desejar que ele fique, para sofrer convosco? Ah! essa dor se concebe entre os que não tem fé, e que vêem na morte a separação eterna. Mas vós, espíritas, sabeis que a alma vive melhor quando livre de seu invólucro corporal. Mães, vós sabeis que vossos filhos bem-aventurados estão perto de vós; sim, eles estão bem perto: seus corpos fluídicos vos envolvem, seus pensamentos vos protegem, vossa lembrança os inebria de contentamento; mas também as vossas dores sem razão os afligem, porque revela uma falta de fé e constituem uma revolta contra a vontade de Deus.  

ÓTIMA PALESTRA


            Vós que compreendeis a vida espiritual, escutai as pulsações de vosso coração, chamando esses entes queridos. E se pedirdes a Deus para os abençoar, sentireis em vós mesmas a consolação poderosa que faz secarem as lágrimas, e essas aspirações sedutoras, que vos mostram o futuro prometido pelo soberano Senhor.

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POSTADO POR: PREESPIRITA








Desencarnação


O Processo segundo a Doutrina Espírita 

              


       
Enquanto o ser está encarnado, o perispírito liga-se ao corpo físico por ligações sutis, célula a célula e, com maior intensidade, em locais que correspondem no perispírito aos centros de força que outras doutrinas chamam de chacras. Quando o início do processo de desencarnação se dá, essas ligações vão sendo aos poucos rompidas até que o perispírito encontre-se outra vez completamente livre.


         O tempo que o processo todo leva e a forma como esses laços são rompidos depende do estado psicológico e moral do indivíduo, da forma como o processo é disparado e do estado psicológico daqueles que o acompanham.  Em uma pessoa materialista, com forte apego ao próprio corpo e às coisas mundanas, o processo de desligamento pode durar mais tempo que o normal pelo fato de ele não aceitar ou identificar a nova realidade em que se encontra. Em uma outra pessoa, espiritualizada e em estado psicológico equilibrado, o processo pode ser bem mais rápido pelo fato de ela saber o que vai ocorrer e esperar o acontecimento em paz consigo mesma. Já nos casos de morte súbita, o processo pode ser quase instantâneo, como se o corpo físico expulsasse o perispírito com violência.


              Para que o processo se dê com mais tranquilidade para o desencarnante é importante que os seus familiares e os amigos que o acompanham não exerçam pressão psicológica sobre ele, tentando se manter equilibrados e confiantes no bom desfecho.Em uma pessoa materialista, com forte apego ao próprio corpo e às coisas mundanas, o processo de desligamento pode durar mais tempo que o normal pelo fato de ele não aceitar ou identificar a nova realidade em que se encontra. Em uma outra pessoa, espiritualizada e em estado psicológico equilibrado, o processo pode ser bem mais rápido pelo fato de ela saber o que vai ocorrer e esperar o acontecimento em paz consigo mesma. Já nos casos de morte súbita, o processo pode ser quase instantâneo, como se o corpo físico expulsasse o perispírito com violência. Para que o processo se dê com mais tranquilidade para o desencarnante é importante que os seus familiares e os amigos que o acompanham não exerçam pressão psicológica sobre ele, tentando se manter equilibrados e confiantes no bom desfecho.


A Desencarnação e a Lei



                  Para os Planos Espirituais, a desencarnação, tão temida na Terra é simplesmente, a transferência de plano, mudança de habitação. A chegada ao término de uma existência, condiciona a volta aos planos espirituais, para a averiguação do aproveitamento no labor no estudo, nas provas e nas experimentações. Um curso valioso faz a alma no corpo denso. Sob a tutela do Mundo Espiritual e sob as bênçãos do Pai, ingressa o espírito, múltiplas vezes no escrínio do corpo com a incumbência de crescer e multiplicar a sua estatura espiritual e os seus conhecimentos respectivamente. A lei o ampara sob várias tutelas, quer no campo físico, quer no plano astral. O aprendiz é envolvido nas vibrações da Luz Superior, porquanto é sempre um filho de Deus Altíssimo a caminho de sua evolução.

                 Com o estudo das Leis Doutrinárias que nos visitam sob a misericórdia do Alto, sabemos que "a cada um é dado segundo suas obras". Lei de

compensação e justiça emanada dos Altos Planos. Ao espírita acostumado ao estudo do Evangelho à luz do Consolador, cabe restaurar em toda a sua pureza e verdade, as condições do desenlace físico, para que o espírito imortal se aperceba de sua responsabilidade face às leis sábias e eternas. Cabe ao espírita o comportamento exemplar junto aqueles que deixam o corpo, levando-lhes a prece sincera, a gratidão de companheiros e o silêncio caridoso sob quaisquer circunstâncias.

               Ao espírita, cabe informar, sistematicamente, sobre a misericórdia de Deus com relação aos seus filhos, que não os condena, mas ampara, consola, redime e reajusta sempre que preciso. A desencarnação é acontecimento sublime para os Planos Maiores, quando a alma liberta do cativeiro terreno se apresta ao vôo espiritual, coroando-se de luzes pelo merecimento adquirido. Estudemos o Evangelho de Senhor, alcemos-nos à Fonte Excelsa da Luz meditando sobre os acontecimentos que nos cercam, formando a visão exata para nossa mente em evolução e vivendo de acordo com a Vontade Suprema que nos dirige os passos para as regiões infinitas da Eterna Claridade, através de várias existências. Busquemos Luz, cientes de que "a cada um será dado de acordo com suas obras". 

                Trabalhemos por implantar na Terra a serenidade a submissão às Leis Soberanas, ajustando-nos à Vontade excelsa do Criador.
Que Ele nos abençoe.

VIDEOS SOBRE O ASSUNTO











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POSTADO POR :PREESPITITA







sábado, 2 de maio de 2015











AS CONSEQUENCIAS ESPIRITUAIS DO ABORTO

O que diz a medicina espírita?

As complicações clínicas advindas dos abortos provocados na esfera ginecológica são inúmeras e podem, inclusive, determinar o êxito letal da mulher.

No campo psicológico, são comuns os processos depressivos subsequentes que acometem as mulheres que se submeteram à eliminação da gestação indesejada. A sensação de vazio interior, mesclada com um sentimento de culpa consciente e inconsciente, freqüentemente, determina uma acentuada baixa de vibração na psicosfera feminina. Paralelamente, a ação do magnetismo mental do espírito expulso passará gradativamente a exacerbar a situação depressiva materna.

Como já estudamos, em muitos casos, aquele que reencarnaria como seu rebento estava sendo encaminhado para um processo de reconciliação afetiva. O véu do esquecimento do passado é que possibilitaria a reaproximação de ambos sob o mesmo teto. Com o aborto provocado, à medida que o espírito recobra a consciência, passa, nesses casos, a emitir vibrações que, pelo desagrado profundo, agirão de forma nociva na psicosfera materna. Em que pese o esforço protetor exercido pelos mentores amigos, em muitas circunstâncias se estabelece o vínculo simbiótico, mergulhando a mãe nos tristes escaninhos da psicopatologia.

Ao desencarnar, de volta ao plano espiritual, a mãe apresentará em diversos níveis, conforme o seu grau de responsabilidade, distonias energéticas que se farão representar por massas fluídicas escuras que comporão a estrutura de seu psicossoma (perispírito). Apesar de serem atendidas com os recursos e as técnicas terapêuticas existentes no mundo astral, a chaga energética, em muitos casos, se mantém, em função da gravidade e agravantes existentes.

As lesões na textura íntima do psicossoma a que nos referimos, muitas vezes, só podem ser eliminadas numa próxima encarnação de características expiatórias.

Expiação, longe de ter uma conotação punitiva, pois esse critério não existe na planificação superior, é um método de eliminação das desarmonias mais profundas para a periferia do novo corpo físico. A expiação sempre tem função regeneradora e construtiva e visa restaurar o equilíbrio energético perdido por posturas desequilibradas do passado.

As deficiências que surgirão no corpo físico feminino, pelo mecanismo expiatório, visa, em última análise, suprimir o mal, drená-lo para a periferia física. Segundo os textos evangélicos: “A cada um de acordo com as próprias obras”.

Os desajustes ocorrem inicialmente nas energias psicossomáticas do chacra genésico, implantando-se nos tecidos da própria alma as sementes que germinarão no seu novo corpo físico, em encarnação vindoura, como colheita de semeadura anterior.



RESPONSABILIDADE PATERNA


Se é verdade que a mulher se constitui no ninho onde se aconchegam os ovos, que, acalentados pelo amor, abrir-se-ão em novos filhotes da vida humana, não há como se esquecer da função paterna. A pretensa igualdade pregada por feministas, que mais se mostram como extremistas, não permite que se enxergue pela embaciada lente do orgulho, que a mulher jamais será igual ao homem. A mulher é maravilhosamente especial para se igualar a nós homens.

Já nos referimos às complexas conseqüências para o lado materno no caso da interrupção premeditada da gestação. Faz-se necessário, não só por uma questão de esclarecimento, mas até por justiça, estudarmos os efeitos sobre o elemento paterno que, muitas vezes, é o mentor intelectual do crime. Desertando do compromisso assumido, ou pressionando pela força física ou mental, o homem, a quem freqüentemente a mulher se subordina para manter a sobrevivência, obriga a sua companheira a abortar. Não estamos eximindo quem quer que seja da responsabilidade, pois cada qual responde perante a lei da natureza proporcionalmente à sua participação nos atos da vida. A mãe terá sua quota de responsabilidade, ou de valorização, devidamente codificada nos computadores do seu próprio espírito.

O homem, freqüentemente, obterá na existência próxima a colheita espinhosa da semeadura irresponsável. Seu chacra coronário ou cerebral, manipulador da indução ao ato delituoso, se desarmonizará gerando ondas de baixa freqüência e elevado comprimento ondulatório. Circuitos energéticos anômalos se formarão nesse nível, atraindo por sintonia magnética ondas de similar amplitude e freqüência, abrindo caminho à obsessão espiritual. As emanações vibratórias doentias do seu passado, que jaziam adormecidas, pulsarão estimuladas pela postura equivocada atual e abrirão um canal anímico de acesso aos obsessores. O chacra genésico também recebe o influxo patológico de suas atitudes, toma-se distônico e, na seguinte encarnação programa automaticamente pelos computadores perispirituais a fragilidade do aparelho reprodutor. Objetivamente, veremos moléstias testiculares e distúrbios hormonais como reflexos do seu pretérito. Lembramos sempre que não se pode generalizar raciocínios nem padronizar efeitos, pois cada espírito tem um miliar de responsabilidades e, a cada momento, atos de amor e de crescimento interior diluem o carma construído no passado.


CONSEQÜÊNCIAS PARA O ABORTADO


A especificidade de cada caso determina situações absolutamente individuais no que se refere às repercussões sofridas pelo espírito eliminado de seu corpo em vias de estruturação. Se existe na ciência do espírito uma regra fundamental que rege a lei de causa e efeito, poderíamos enunciá-la assim: A reação da natureza sempre se fará proporcional à intencionalidade da ação. Isto é, jamais poderemos afirmar que um determinado ato levará inexoravelmente a uma exata conseqüência. Quando a responsabilidade maior da decisão coube aos encarnados, pai e ou mãe, eximindo o espírito de participação voluntária no aborto, teremos um tipo de situação a ser analisada.

O espírito, quando de nível evolutivo mais expressivo, tem reações mais moderadas e tolerantes. Muitas vezes seria ele alguém destinado a aproximar o casal, restabelecer a união ou, mesmo no futuro, servir de amparo social ou efetivo aos membros da família. Lamentará a perda de oportunidade de auxílio para aqueles que ama. Não se deixará envolver pelo ódio ou ressentimento, mesmo que o ato do aborto o tenha feito sofrer física e psiquicamente. Em muitos casos, manterá, mesmo desencarnado, tanto quanto possível, o seu trabalho de indução mental positiva sobre a mãe ou os cônjuges. Nas situações em que o espírito se encontrava em degraus mais baixos da escada evolutiva, as reações se farão de forma mais descontrolada e, sobretudo, mais agressiva. Espíritos destinados ao reencontro com aqueles a quem no passado foram ligados por liames desarmônicos, ao se sentirem rejeitados, devolvem na idêntica moeda o amargo fel do ressentimento.

Ao invés de se sentirem recebidos com amor, sofrem o choque emocional da indiferença ou a dor da repulsa. Ainda infantis na cronologia do desenvolvimento espiritual, passam a revidar com a perseguição aos cônjuges ou outros envolvidos na consecução do ato abortivo. Em determinadas circunstâncias, permanecem ligados ao chacra genésico materno, induzindo consciente ou inconscientemente a profundos distúrbios ginecológicos aquela que fora destinada a ser sua mãe. Outros, pela vampirização energética, tornam-se verdadeiros endoparasitas do organismo perispiritual, aderindo ao chacra esplênico, sugando o fluido vital materno. As emanações maternas e paternas de remorso, de culpa ou outras que determinam o estado psicológico depressivo, abrem caminho no chacra coronário dos pais para a imantação magnética da obsessão de natureza intelectual.

A terapêutica espiritual, além da médica, reconduzirá todos os envolvidos ao equilíbrio, embora freqüentemente venha a ser longa e trabalhosas Há também espíritos que, pela recusa sistematicamente determinada em reencarnar, para fugir de determinadas situações, romperam os liames que os unia ao embrião. Estes terão seus débitos cármicos agravados e muitas vezes encontrarão posteriores dificuldades em reencarnar, sendo atraídos a gestações inviáveis e a pais necessitados de vivenciar a valorização da vida. No entanto, o grande remédio do tempo sempre proporcionará o amadurecimento e a revisão de posturas que serão gradativamente mais harmoniosas e, sobretudo, mais construtivas. Todos terão oportunidade de amar.






A VISÃO MÉDICO-ESPÍRITA DO ABORTO




Devido à complexidade do tema aborto, é fundamental aliar a abordagem cientifica a espiritual. Para tanto, entrevistamos a dra. Marlene Nobre, médica ginecologista, presidente do Grupo Espírita Cairbar Schutel e da AME (Associação Médico-Espírita) do Brasil e Internacional. É também autora dos livros: Lições de Sabedoria, A Obsessão e Suas Mascaras, Nossa Vida no Além, A Alma da Matéria e O Clamor da Vida. Este último foi escrito com o propósito de ressaltar os argumentos científicos contra o aborto e propiciar ao publico uma compreensão de que a vida se expande muito mais além do que a formação de um feto.



Como a medicina aliada à espiritualidade vê a questão do aborto?

Como é lógico, os fundamentos da medicina espírita são os mesmos do espiritismo, sendo assim, a questão 358 de O Livro dos Espíritos deixa clara a questão do aborto: é um crime.

Esse foi um dos temas abordados no MEDINESP 2003, inclusive com uma carta publicada. O que dizia essa carta?
A Carta de São Paulo exprime compromissos bioéticos dos membros das Associações Médico-Espíritas do Brasil e foi elaborada pelos participantes da Assembléia Geral, realizada durante o MEDINESP. Entre os vários compromissos nela exarados, os médicos das AME comprometem-se a lutar não apenas contra a eutanásia e o aborto, mas também, contra a administração da chamada “pílula do dia seguinte”, que é abortiva. Por exemplo, quando forçado a receitar a “pílula do dia seguinte”, nos ambulatórios públicos, o médico espírita não o faz, para isso, lança mão de um direito legitimo, reconhecido pelo Código de Ética Médica, que é o de ser fiel à sua própria consciência. Do mesmo modo, o anestesista espírita lança mão desse mesmo direito para não participar das equipes de abortamento legal já existentes em alguns hospitais do país.

Existem campanhas contra o aborto promovidas pela AME?
A AME-Paraná, sob a presidência fraterna e idealista o dr. Laércio Furlan, tem uma campanha permanente: Vida, sim! Nela, todos os membros estão envolvidos e visa, principalmente, o esclarecimento de adolescentes e jovens, o apoio para que a gestante leve a gravidez até o fim e o aconselhamento sempre disponível, baseado na fraternidade. A AME-São Paulo participou ativamente de campanha contra o aborto, o que felizmente não se concretizou. Enfim, todas as AMEs estão engajadas nessa luta, que tem características próprias em cada Estado. Quais são os países que mais se preocupam com o aborto e os países onde se comete o maior número de abortos? Há muito poucos países no mundo onde o aborto ainda não é legal. Estados Unidos e Rússia são as que fazem o maior número de abortos no mundo.

Em relação ao Brasil, há algum número estatístico sobre os abortos cometidos?

Nenhuma estatística brasileira, a esse respeito, é confiável. O que se faz aqui no Brasil é manipular esses números duvidosos com a finalidade de se legalizar o aborto, alegando-se que a mulher tem o direito de fazê-lo em condições técnicas adequadas. Os que assim agem pretendem que o Estado esteja devidamente aparelhado para institucionalizar a pena de morte para inocentes.

Explique em linhas gerais quais são as conseqüências do aborto?

O aborto traz conseqüências orgânicas, psicológicas e espirituais, nesta existência e na outra, para a mulher que o provoca, para o companheiro que não a apóia na gravidez e para a equipe de saúde que o executa. Não há como negar, porém, que as conseqüências são mais graves para a mulher, porque, desde tempos imemoriais, ela traz no seu psiquismo o compromisso com os entezinhos que necessitam vir ao mundo para progredir. Essas conseqüências tomam o nome de obsessão, depressão, disfunções e doenças orgânicas do aparelho genital, etc.

Por que resolveu publicar um livro sobre o aborto?


A luta contra o aborto está intimamente ligada a minha convicção como espírito imortal e a minha tarefa como médica. Enquanto escrevia o livro, tive confirmação de que estava absolutamente certa, quando me deparei com a estatística de um dos maiores geneticistas do mundo, Steve Jones, são 90 milhões de recém-nascidos, por ano, no mundo, contra 60 milhões de abortos, no mesmo período, ou seja, em cinco anos, o número de mortos por aborto é maior do que o morticínio ocorrido nos seis anos da Segunda Guerra Mundial.

O que aborda o livro?

O Clamor da Vida é um livro é um livro de conceitos. Com ele, visamos, sobretudo, discutir os fundamentos da Bioética Espírita. Ao emitirmos, por exemplo, o conceito e o significado da própria vida, procuramos lançar luzes acerca dói que é licito e do que não é licito na atitude bioética. Com isso, evidenciamos o valor da pessoa humana e a tentativa sub-reptícia dos que desejam reduzi-la ao estado de coisa, com a conseqüente perda de sua dignidade. Com esses conceitos, chegamos facilmente à conclusão de que a vida é um bem outorgado e que nem a mulher, nem o homem, nem o Estado, tem o direito de dispor dela. Na sua opinião o movimento espírita deveria enfatizar mais a questão do aborto, ou seja, promover uma campanha forte e maciça? Creio que essa campanha forte e maciça deverá ocorre toda vez que houver real ameaça de legalização do aborto em nosso país. Enquanto isso não ocorre, e esperamos em Deus não venha a ocorrer, deve-se continuar a falar contra o aborto, como temos feito em nossas atividades normais, conforme se faça necessário, sobretudo, como ação preventiva.

Gostaria de deixar alguma mensagem de reflexão sobre o assunto?
Cremos, firmemente, que os seres humanos vão eliminar, de forma definitiva, o infanticídio e o aborto da face da Terra, porque a evolução espiritual é inapelável. Sob os ares benfazejos do progresso, os seres humanos vão elevar o padrão do seu comportamento moral, de modo a banir toda forma de violência, inclusive essa, que é uma das mais cruéis – a do aborto – para viverem, em toda plenitude, o sentimento sublime do Amor, em todas as latitudes do Planeta.

(Extraído da Revista Cristã de Espiritismo, nº 26, páginas 06-11)
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 postado por preespirita 

quarta-feira, 29 de abril de 2015




CÂNCER NA VISÃO ESPÍRITA 

 

 



Desde tempos imemoriáveis, a melhor medicina sempre foi a preventiva. O grande alquimista Paracelso insistia: "Não se deve tratar a doença; deve-se tratar a saúde". Podemos dizer que, o melhor meio para não se apanhar uma doença, consiste em se manter saudável. Ou seja, proteger o sistema imunológico, de forma a bloquear qualquer germe ou vírus que tentar invadir nosso organismo. Pode-se pensar que seja fácil atingir tal objetivo, através de uma boa dieta, escolhendo alimentos de baixo valor de colesterol, reduzindo o consumo de carne, abstendo-se de consumir açúcar, realizando exercícios físicos, enfim, submetendo-se a tudo aquilo que uma propaganda insistente nos propõe. Mas como explicar, nesse caso, o elevadíssimo número de pessoas que seguiram rigorosamente tais instruções, julgando estar assim protegidas contra os perigos das doenças para um dia, descobrir que seu organismo estava sendo minado pelo câncer? André Luiz conta, através da psicografia de Chico Xavier que um Espírito ao preparava-se para reencarnar, pediu para seu novo corpo físico uma úlcera que apareceria em sua madureza física e que não deveria encontrar cura até sua desencarnação, para que ele pudesse ressarcir um assassinato que cometeu ao esfaquear um homem (que estava na sua madureza física) na região do estômago. Como vemos, mesmo que este Espírito cuide de sua saúde durante toda sua juventude, não fugirá da úlcera “moral” que “ele pediu”. 
 
ENTÃO, CÂNCER É UMA ENFERMIDADE CÁRMICA? A experiência diz que sim. Estamos submetidos a um mecanismo de causa e efeito que nos premia com a saúde ou corrige com a doença, de acordo com nossas ações. O CÂNCER SERIA ENTÃO O RESULTADO DE UM COMPORTAMENTO DESAJUSTADO, EM VIDAS ANTERIORES? Nem sempre. A causa pode estar nesta existência. Um exemplo: as estatísticas demonstram grande incidência de câncer no pulmão, em pessoas que fumam. Há elementos cancerígenos nas substâncias que compõem o cigarro. Quem fuma, portanto, é sério candidato a esse mal. Será o seu carma. Há uma charge ilustrativa, em que um cigarro diz para o fumante: "Hoje você me acende. Amanhã eu o apagarei!" Certíssimo! ESTÁ DEMONSTRADO QUE OS FUMANTES PASSIVOS, PESSOAS QUE CONVIVEM COM FUMANTES, TAMBÉM PODEM TER CÂNCER. COMO EXPLICAR ESSA SITUAÇÃO? E Não há inocentes na Terra, um planeta de provas e expiações. O fumante passivo que venha a contrair câncer tem comprometimentos do passado que justificam seu problema. Aliás, o simples fato de aqui vivermos significa que merecemos (ou necessitamos) tudo o que aqui possa nos acontecer. Se não merecêssemos, estaríamos morando em mundos mais saudáveis.
 
 ISSO ISENTA DE RESPONSABILIDADE O FUMANTE QUE POLUI O AMBIENTE, SITUANDO-O COMO INSTRUMENTO DE RESGATE PARA ALGUÉM? Ao contrário, apenas o compromete mais. Deus não necessita do concurso humano para exercitar a justiça. Além de responder pelos desajustes que provoca em si mesmo, responderá por prejuízos causados ao meio ambiente e às pessoas. A MEDICINA VEM DESENVOLVENDO TÉCNICAS PARA A CURA DO CÂNCER. CONCEBE-SE QUE DENTRO DE ALGUMAS DÉCADAS SERÁ POSSÍVEL A CURA RADICAL EM TODAS AS SUAS MANIFESTAÇÕES. COMO FICARÃO AQUELES QUE ESTÃO SE REAJUSTANDO PERANTE AS LEIS DIVINAS A PARTIR DE UM CARCIOMA? A medicina vem fazendo grandes progressos, mas está longe de erradicar a doença. Males são superados; outros surgem, nos domínios da sexualidade, a sífilis era um flagelo, decorrente da promiscuidade. Hoje é a AIDS. A dor, a grande mestra, que tem na enfermidade um de seus aguilhões, continuará a nos corrigir, até que aprendamos a respeitar as leis divinas. A PESSOA QUE SOFRE BASTANTE, VITIMADA POR UM CÂNCER, RESGATOU SEUS DÉBITOS, HABILITANDO-SE A UM FUTURO FELIZ NA ESPIRITUALIDADE? A doença elimina as sombras do passado, mas não ilumina o futuro. Este depende de nossas ações, da maneira como enfrentamos problemas e enfermidades. Quando o nosso comportamento diante da dor não oprime aqueles que nos rodeiam, estamos nos redimindo, habilitados a um futuro glorioso. COMO FUNCIONA ISSO? Se o paciente tem câncer, suas dores implicarão em sofrimento para a família. Tudo bem. Faz parte das experiências humanas. Mas, dependendo da maneira como enfrentar seu problema, poderá gerar aflições bem maiores para todos, o que acontece com o paciente revoltado, inconformado, agressivo. Se humilde e resignado, a família lidará melhor com a situação. Pacientes assim (resignados) estão "zerando o carma".

Disse padre Léo ao padre Fábio de Melo: "Meu filho, eu nunca pedi a Deus que me curasse do meu câncer, porque seria muito injusto eu plantar limão e querer colher outra coisa. Eu fumei a vida inteira. Então, eu peço a Ele que me ensine a morrer do jeito certo. Se eu não faço minha parte, eu me pergunto: será que é honesto eu pedir que Deus faça a parte Dele? Ele já fez a parte Dele nos dando a vida, precisamos fazer a nossa parte cuidando dela!"




 O Câncer segundo o espiritismo

1 – O câncer é uma enfermidade cármica? 
Segundo informam os mentores espirituais, doenças graves, como o câncer, podem surgir por válvulas de escoamento de desajustes perispirituais, nascidos de nossos desatinos no passado, observada a lei de causa e efeito, que rege nossa evolução. Representam uma espécie de tratamento de beleza para o Espírito.

2 – O fumante inveterado, que fuma dois a três maços de cigarro por dia, dificilmente escapará do câncer no pulmão. Não haveria aí uma exceção? 
Ainda aqui temos um princípio de causa e efeito, remontando não somente ao passado remoto, mas à existência presente. O carma do fumante inveterado será o câncer no pulmão. É um problema de uso. Se usamos mal a máquina física, submetendo-a a excessos e viciações, fatalmente colheremos as conseqüências dos desajustes que lhe estamos pondo.

3 – E no caso do fumante passivo? 
Hoje está demonstrado, estatisticamente, que há uma incidência significativa de câncer no pulmão em pessoas que “fumam” indiretamente, absorvendo a fumaça de ambientes saturados pelas baforadas dos viciados. Incontáveis problemas de saúde surgem a partir das condições de vida na Terra, a começar pela poluição dos grandes centros urbanos, gerando não apenas o câncer, mas, também, moléstias do aparelho respiratório. Na atualidade há grande preocupação com a incidência de câncer de pele que é assustadora, em decorrência do desgaste da camada de ozônio, provocada também pela poluição. A relação de causa e efeito, nesses casos, está na indiferença e no desrespeito do homem com a Natureza.

4 – Diríamos que as vítimas de câncer motivado por essas contingências não estão resgatando dívidas? 
Há uma tendência no meio espírita de associarmos enfermidade a problemas cármicos, oriundos de vidas passadas, quando, em boa parte, ela surge como um problema de uso. O corpo é uma máquina que tem suas necessidades e limitações. Se não o atendemos em suas necessidades, se não observamos suas limitações, a tendência é ficarmos doentes, como um motorista que terá problemas com seu automóvel se não cuidar bem dele.

5 – Dentro desse contexto, como explicar as tendências genéticas ao câncer? 
Filhos de pais que tiveram câncer têm uma possibilidade maior de contrair a doença, em virtude da herança genética. A expressão tendência significa que nem todos os filhos de pais com câncer irão contrair a doença. Aqui entram o carma, as condições ambientes, os cuidados com o corpo. Se não há no perispírito do filho desajustes que favoreçam o câncer, se o ambiente em que vive é saudável, se cuida bem com o corpo, dificilmente contrairá a moléstia, ainda que ela conste de seu histórico familiar.

6 – Para muita gente o câncer equivale a um anúncio de morte próxima. Deixam-se dominar pela doença e efetivamente morrem. É uma postura correta? 
Totalmente incorreta. Foi-se o tempo em que o câncer equivalia a um atestado de óbito. A Medicina evoluiu muito nessa especialidade. O que o paciente não pode é entregar-se ao desânimo. A vontade de viver é fundamental para o sucesso de qualquer tratamento.

7 – Uns morrem de câncer, outros o superam e recobram a saúde. Não haveria aí a fatalidade da morte. Para uns chegou a hora, para outros não? 
Pensando assim seria o caso de renunciar a qualquer medicação, deixando tudo por conta do destino. O que se sabe é que os que renunciam ao tratamento raramente escapam da morte.
Os que se tratam, guardando os cuidados necessários, ganham maior espaço para viver. Podemos ter câncer por problema cármico, mas não temos necessariamente que morrer vitimados por ele. Na atualidade, são notáveis os avanços da Medicina, contabilizando índices altos de cura, principalmente quando o mal é detectado no início.

8 – Nesse aspecto, como podemos situar a ação da Medicina? 
A Medicina é a misericórdia de Deus, minorando nossos padecimentos, quando inevitáveis, curando nossos males, quando possível. Em linhas gerais ela sustenta-nos a vida, oferecendo-nos condições para uma existência saudável e produtiva, atendendo às finalidades da jornada humana.

Fonte: Centro Espírita Jesus
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postado por : preespirita
 

sábado, 18 de abril de 2015

Palestras Espíritas - A alma após a morte, separação da alma e do corpo









POR FAVOR, DEUS ,SÓ TENHO 17 ANOS


O dia que morri era um dia comum de aula . Agora , como eu desejaria ter tomado o ônibus ! mas eu não estava afim . Lembro-me de quanto bajulei a mamãe para ela me dar o carro. Um favor especial, eu pedi e implorei:todos os da patola transam o carro, mãe. Quando soou a sirene das 2:50 joguei todos os meus livros no armário. Eu estava livre até as 8:40 da manhã do dia seguinte. corri para o estacionamento entusiasmado, pelo pensamento de dirigir um carro e ser meu próprio chefe ; livre. 

Agora não importa lembrar como aconteceu o desastre. Eu estava  sentando o pé, correndo pacas tirando fininhos; mandando brasa . estava gozando minha liberdade e tendo um tempo sensacional. A última coisa que lembro era uma velha que parecia estar andando devagar pra burro. Depois só ouvi o barulho ensurdecedor e um solavanco. Ferro e vidro voaram para todo lado . Meu corpo inteiro parecia  sair de fora para dentro, arrancado sei lá por que, e ouvi meu próprio grito.

De repente acordei, tudo estava calmo, quieto e silencioso. Um policial estava em pé me olhando, então vi um médico meu corpo estava uma pasta só de sangue pedaços de vidro estavam me picando só que eu não sentia nada, caramba. Hei, não puxem esse lençol sobre minha cabeça! Eu não posso está morto! tenho um encontro uma paquera para logo mais. Eu devo crescer e ter uma vida joia eu nem vivi direito ainda cara, Eu não posso está morto! tirem esse lençol de minha cara! 

Depois, eu fui colocado numa gaveta, meu pessoal teve de me identificar. Por que é que
tive de ser visto assim? (...) por quer  que tive de olhar  para  os olhos de mamãe enquanto ela encarava a mais terrível provação de sua vida? Papai derrepente ficou velho, sua voz estava assim quando respondia ao encarregado "SIM É MEU FILHO ! " Meu funeral foi uma terrível, fantástica experiencia. Eu vi todos os meus parentes e amigos desfilarem em frente ao caixão, eles iam passando um a um, e olhavam para mim com um olhar mais triste que eu vira. 
Alguns de meus amigos estavam chorando, alguns brotinhos tocavam na minha mão e soluçavam sem conseguir dizer nada. Por favor, alguém me acorde , tirem-me daqui... eu não aguento ver papai e mamãe tão arrasados , meus avós estão destroçados  de pesar, e quase não podem nem andar, meu irmão e irmãs estão como zumbis . Andam como se fossem robôs.   todo mundo desorientado ninguém pode acreditar  no que aconteceu. NEM EU ACREDITO!

Por favor, não me enterrem.... eu não posso está morto, tanto ainda que eu tenho que viver! eu quero ir brincar outra vez. Quero cantar e dançar por favor, não me ponham debaixo da terra. Eu prometo que se eu tiver uma chance, Deus , eu erei o motorista mais cuidadoso  do mundo. 

Tudo o que eu quero é uma chance  mais,  uma só....

Por favor, Deus, eu só tenho 17 anos só 17

ANÔNIMO

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POSTADO POR: PREESPIRITA




    
   








O HOMEM DEPOIS DA MORTE




144. Como se separa a alma do corpo: brusca ou gradualmente?
O desprendimento realiza-se gradualmente, com lentidão que varia conforme os indivíduos e as circunstâncias da morte. Os liames que prendem a alma ao corpo rompem-se pouco a pouco e tanto menos rapidamente quanto mais material e sensual foi a vida. (O Livro dos Espíritos, ns 155).

145. Qual a situação da alma, imediatamente após a morte do corpo? Tem, instantaneamente consciência de si mesma? Numa palavra: o que vê, o que experimenta?

No momento da morte, de pronto tudo é confusão. A alma precisa de algum tempo para se reconhecer. Está como que aturdida, no estado de um homem que acordasse de um profundo sono e se esforçasse por compreender a situação em que se encontra. A lucidez das idéias e a memória do passado retornam-lhe à medida que se apaga a influência da matéria de que acaba de desprender-se e que se dissipa o nevoeiro que lhe obscurece os pensamentos.

O tempo de perturbação que se segue à morte varia muito. Pode ser de algumas horas apenas ou de muitos anos. É menos longo nos que se identificaram, quando viviam, com seu estado futuro, pois compreendem imediatamente a situação. Ao contrário, é mais longo quanto mais material lhes transcorreu a existência.

A sensação que a alma experimenta naquele momento é, também, muito variável. A perturbação que se segue à morte nada tem de penosa para o homem de bem. É tranqüila e em tudo semelhante àquela que acompanha um lúcido despertar. Para aquele cuja consciência não é pura e que teve mais apego à vida material que à espiritual, a sensação é de desassossego, plena de angústias, que aumentam à medida que assenta as idéias, pois que então o assalta o medo, uma espécie de terror, em presença do que vê e sobretudo do que pressente.

Experimenta entretanto, um grande alívio e um imenso bem-estar, sensações que poderiam ser chamadas de físicas. Encontra como que o alívio de um peso, a felicidade por já não experimentar as dores corporais, que pouco antes da libertação ainda sofria, o desembaraço e a leveza, como alguém que se tivesse livrado de pesadas cadeias.

Em seu novo estado a alma vê e ouve o que via e ouvia antes da morte e outras coisas mais que escapavam à imperfeição dos órgãos físicos. Tem sensações e percepções que nos são desconhecidas. (Revue Spirite, 1859, pág. 244: Mort d'un Esprit. - Idem, 1860, pág. 332: Lê réveil de I'Esprit. - Idem.

OBSERVAÇÃO - Estas respostas e todas as relativas à situação da alma depois da morte ou durante a vida, não resultam de uma teoria ou de um sistema, mas de estudos diretos feitos em milhares de seres observados em todas as fases e em todos os períodos de sua existência espiritual, desde o grau mais ínfimo ao mais elevado da escala, segundo seus costumes durante a vida terrena, gênero de morte, etc. Diz-se, muita vez, falando da vida futura, que não se sabe o que nela se passa, pois ninguém voltou para contar. É um erro. São precisamente os que nela se encontram que nos vêm dar suas instruções, e isso Deus permite hoje, mais que em outra época qualquer, como última advertência dada à incredulidade e ao materialismo.

146. A alma desprendida do corpo vê a Deus? 

As faculdades perceptivas da alma são proporcionais à sua pureza. Só às almas elevadas é dado fruir da presença de Deus.

147. Se Deus está em toda parte, por que razão não é dado vê-lo a todos os Espíritos?

Deus está em toda parte, porque irradia para todas as partes. Pode-se dizer que o Universo está imerso na Divindade, como nós estamos na luz solar. Os Espíritos atrasados, entretanto, acham-se envoltos por uma espécie de treva que o oculta a seus olhos e que só se dissipa à medida que se purificam e se desmaterializam. Os Espíritos inferiores são, quanto à vista e com respeito a Deus, o que são os encarnados com respeito aos Espíritos: verdadeiros cegos.

148. Depois da morte, a alma tem consciência de sua individualidade? Como o constata, e como podemos nós constatá-la?

Se as almas não tivessem sua individualidade depois da morte, para elas e para nós seria assim como se não existissem. As conseqüências morais seriam exatamente as mesmas; não teriam quaisquer caracteres distintivos e a alma do criminoso estaria na mesma categoria que a do homem virtuoso do que resultaria não haver interesse algum em praticar-se o bem.

A individualidade da alma é posta em evidência de maneira quase material, nas manifestações espíritas, pela linguagem e pelas qualidades características de cada uma, pois que pensam e agem de diversas maneiras; são boas umas, outras más; umas instruídas,138 ALLAN KARDEC outras, ignorantes, desejando algumas o que outras desprezam. Esse fato prova, evidentemente, que não se acham confundidas num todo homogêneo, para não falar nas provas patentes, que nos oferecem, de terem animado tal ou qual indivíduo na Terra. Graças ao Espiritismo experimental, a individualidade da alma já não é uma coisa vaga e sim um resultado constatado pela observação.


Porque têm pensamento e vontade próprios, distintos dos das demais, a alma, por si mesma, prova sua individualidade. Prova-o também com seu envoltório fluídico, o perispírito, espécie de corpo limitado que a torna um ser distinto.

OBSERVAÇÃO - Crêem certas pessoas escapar à censura de materialistas, admitindo um princípio inteligente universal, do qual absorvemos uma parte, ao nascimento, parte essa que constitui a alma, e que devolvemos ao todo por ocasião da morte e no qual se confunde, como as gotas de chuvas no oceano.

Esse sistema nem ao menos se enquadra no espiritualismo, pois é tão desolador quanto o materialismo. O receptáculo comum do todo universal equivaleria ao nada, pois nele já não haveria individualidade.

149. O gênero de morte influi no estado da alma?

O estado da alma varia consideravelmente, conforme o gênero de morte, mas sobretudo conforme os costumes tidos durante a vida.

Na morte natural o despreendimento verifica-se gradualmente e sem abalos. Muita vez principia sem haver cessado a vida do corpo. Na morte violenta, por suplício, suicídio ou acidentes, os laços rompem-se bruscamente. O Espírito, tomado de surpresa, fica como que aturdido pela transformação que nele se verificou, sem poder explicar a situação em que se encontra. Um fenômeno quase habitual nesse caso é a persuasão em que fica de não haver morrido. E essa ilusão pode durar muitos meses e até muitos anos.

Nesse caso, anda daqui para ali e crê ocupar-se de seus negócios, como se ainda pertencesse à Terra, muito admirado porque não lhe respondem quando se dirige aos outros. Essa ilusão não é em absoluto, peculiar às mortes violentas, mas também a muitos indivíduos cuja vida foi absorvida pêlos prazeres e interesses materiais. (O Livro dos Espíritos, ne 165. - Revue Spirite, 1858, pág. 166: Lê suicide de Ia Samaritaine. - Idem. 1858, pág. 326: Un Esprit au convoi de son corps; idem, 1859, pág. 184: Lê Zouave de Magenta; idem, pág. 319:Um Sprit qui ne se croit pás mort. - Idem, 1863, pág. 87: François Simon Louvet).

150. Para onde vai a alma, depois de sua separação do corpo?

Não se perde na imensidão do infinito, como geralmente se acredita. Fica errante no espaço e, as mais das vezes, junto àqueles que conheceu e sobretudo que amou. Mas apesar disso não deixa de poder transportar-se, instantaneamente, a distâncias imensas.

151. A alma conserva, as afeições que tinha na Terra?

Conserva todos os afetos morais; só esquece as afeições de cunho material que já não condizem com sua essência. Por esta razão volta, com suma alegria, a visitar seus parentes e amigos, cuja recordação lhe proporciona felicidade, (Revue Spirite, 1860, pág. 202. Lês amis ne nous oublient pás dans Pautre monde. Idem, 1862, pág. 132).

152. A alma conserva a lembrança do que fez na Terra e se interessa pêlos trabalhos que deixou por concluir?

Depende da sua elevação e da natureza desses trabalhos. Os Espíritos desmaterializados pouco se preocupam com as coisas materiais, ao se livrarem das quais se felicitam. E quanto aos trabalhos que iniciaram, conforme a utilidade e a importância que tenham, muitas vezes inspiram a outras pessoas o pensamento de os terminar.

153. A alma encontra, no mundo dos Espíritos, os parentes e amigos que a precederam?

Não somente reencontra esses, mas outros muitos que conheceu em vidas passadas. Geralmente aqueles que mais a amam vêm ao seu encontro, recebendo-a quando chega ao mundo espiritual e auxiliando-a a se desprender dos laços terrenos. Mas a privação do encontro com as almas mais queridas é, às vezes, um castigo para as almas culpadas.

154. Qual é, na-outra vida, o estado intelectual^e moral da alma de um menino morto em tenra idade? Permanecem infantis as suas faculdades, como durante a vida?

O desenvolvimento incompleto dos órgãos da criança, não permitia ao Espírito manifestar-se perfeitamente. Desembaraçado desse envoltório, suas faculdades são as que tinha antes de sua encarnação. Não tendo passado na vida senão alguns instantes, suas faculdades não puderam se modificar.

OBSERVAÇÃO - Nas comunicações espíritas, o Espírito de uma criança pode falar como um adulto e pode mesmo ter um grande adiantamento. Se usa, algumas vezes, a linguagem infantil, é para não privar a mãe do encanto decorrente do afeto que inspira um ser frágil e delicado, dotado de todas as graças da inocência. A mesma pergunta poderia ser feita quanto ao estado dos cretinos, idiotas e loucos, depois da morte. A resposta está nas linhas acima.

155. Que diferença existe, depois da morte, entre a alma do sábio e a do ignorante, do selvagem e do homem civilizado?

A mesma, pouco mais ou menos, que entre elas existia durante a vida, pois o simples ingresso no mundo dos Espíritos não prodigaliza à alma todos os conhecimentos de que carecia na Terra.

156. Progridem as almas, intelectual e moralmente, depois da morte?

Progridem mais ou menos, conforme a vontade que tenham. Algumas fazem consideráveis progressos. É preciso, porém, pôr em prática, na vida corporal, o que adquiriram em cultura e

moralidade. As que permaneceram estacionárias, voltam a empreender uma existência análoga à que deixaram. As que progrediram merecem, certamente, uma encarnação de ordem mais elevada.

Conforme o progresso feito consoante a vontade dos Espíritos, alguns conservam, durante muito tempo, os gostos e as inclinações que tinham durante a vida e persistem nas mesmas idéias. (Revue Spirite, 1858, pág. 82: La reine d'Oude. Idem, pág. 145. UEsprit et lês héritiers. Idem, pág. 186: Lê tambour de Ia Bérésina. Idem 1859, pág. 344: Un ancien charretier. Idem, 1860, pág. 325: Progrès d'un Esprit. Idem, 1861, pág. 126: Progrès d'un Esprit pervers).

157. Fica irrevogavelmente fixada, depois da morte, a sorte do homem na vida futura?

Não, pois isso seria a negação absoluta da justiça e da bondade de Deus, porque muitos existem que não puderam se instruir suficientemente; além desses, os idiotas, os cretinos e os selvagens, as inumeráveis crianças que morrem antes de ver a luz do dia. E mesmo entre as pessoas ilustradas, serão muitas as que podem acreditar-se suficientemente perfeitas, de modo a se isentarem de um maior adiantamento? E a permissão de Deus concede ao homem de prosseguir no dia seguinte o que não pode terminar na véspera, não é,por acaso, a prova mais manifesta da sua infinita bondade? Se a sorte está irrevogavelmente fixada, por que os homens morrem em tão diferentes idades e por que razão Deus, tão sumamente justo, não concede tempo a todos para praticarem o maior bem possível ou para repararem todo o mal feito? Quem sabe se o culpado que morre aos trinta anos não se teria arrependido e transformado num homem de bem, se vivesse até os sessenta? Por que Deus lhe arrebata o meio de o conseguir, quando o concede a outros?

Só o fato da diferença na duração da vida, e no estado moral da maioria dos homens, prova a impossibilidade, admitindo-se a justiça de Deus, de a sorte das almas estar irrevogavelmente fixada depois da morte.

158. Qual é, na vida futura, a sorte das crianças mortas em tenra idade?

Esta é uma das questões que melhor provam a justiça e a necessidade da pluralidade das existências. Uma alma que não tenha vivido mais que alguns instantes, não tendo praticado nem o bem e nem o mal, não merece prémio nem castigo, segundo a máxima de Cristo: Cada um será castigado ou recompensado segundo suas obras. Seria tão ilógico quanto contrário à justiça de Deus admitir-se que, sem nenhum trabalho, fosse ela chamada a fruir da perfeita ventura dos anjos ou que desta se visse usurpada. Não obstante, alguma sorte lhe caberá. Mas um estado de meio-termo eterno, seria também absolutamente injusto. Uma existência logo em começo interrompida não pode ter para a alma quaisquer conseqüências. A sorte atual da alma será, então, a que mereceu em sua precedente existência, assim como a futura será a que merecer por suas ulteriores existências.

159. As almas têm ocupações na outra vida? Preocupam-se com outras coisas, além de seus gozos e sofrimentos?

Se as almas não se ocupassem senão de si mesmas, por toda a eternidade, seriam egoístas. Deus, que condena o egoísmo, certamente não aprova, na vida espiritual, o que reprova na vida corporal. As almas ou Espíritos têm ocupações em proporção ao grau de adiantamento que alcançaram, ao mesmo tempo procuram instruir-se e melhorar-se. (O Livro dos Espíritos, ns 558: Ocupações e missões dos Espíritos).

160. Em que consistem os sofrimentos da alma depois da morte? As culpadas são torturadas nas chamas materiais?

A Igreja reconhece hoje, perfeitamente, que o fogo do inferno é um fogo moral e não material. Não define, porém, a natureza dos sofrimentos. As comunicações espíritas nos esclarecem isso: por meio delas observamos esses sofrimentos e nos convencemos de que, se bem não resultem de um fogo material - que com efeito não poderia queimar as almas, que são imateriais - por isso não deixam de ser, em certos casos, menos terríveis.

Essas penas não são uniformes. Variam ao infinito, segundo a natureza e o grau das faltas cometidas. Muito amiúde as próprias faltas é que lhes servem de castigo. Assim, certos assassinos são obrigados a permanecer no local do crime e têm incessantemente a visão de suas vítimas; o homem material e sensual conserva os mesmos apetites, mas a impossibilidade de os satisfazer materialmente torna-se-lhe um tormento; certos avaros crêem sofrer o frio e as privações que se impuseram por avareza. Outros encontram ouro e sofrem por não poder tocá-lo; e outros ainda permanecem junto aos tesouros que ocultaram, presa de perpétua angústia, no temor de que os roubem. Numa palavra, não há uma falta, uma imperfeição moral, uma ação má que não tenha, no mundo dos Espíritos, o seu reverso e suas naturais conseqüências; para isso, não é preciso um lugar determinado e circunscrito, pois onde quer que esteja, o Espírito perverso traz consigo o seu inferno.

Além das penas espirituais, existem penas e provas materiais, que o Espírito ainda não purificado sofre numa nova encarnação, cuja posição lhe facultará os meios de tolerar o que fez sofrer aos outros: o ser humilhado se foi orgulhoso, miserável se foi um mau rico, desgraçado por seus filhos se foi mau pai, infeliz por culpas dos pais se foi mau filho etc. Conforme dissemos, a Terra é, para os Espíritos desta natureza, um dos lugares de desterro e de expiação, um purgatório, do qual poderão escapar, pois que de si mesmos depende não voltar e procurar evoluir bastante, a fim de merecerem passar para um mundo melhor. (O Livro dos Espíritos, nº 237: Percepções, sensações e sofrimentos dos Espíritos. Idem, liv. 4º: Esperanças e consolações, penas e gozos terrenos; penas e gozos futuros - Revue Spirite, 1858, pág. 79: Lassassin Lemoire. Idem, pág. 166: Lê suicide de Ia Samaritaine. Idem, pág. 131: Sensations dês Esprits. Idem, 1859, pág. 275. Lê père Crèpin. Idem, 1860, pág. 61. Stella Regnier. Idem, pág. 247: Lê suicide de Ia rue Quincampoix. Idem, pág. 316: Lê châtiment. Idem, pág. 325: Entrée d'un coupable dans lê monde dês Esprits. Idem, pág. 384: Châtimentes de 1'egoiste. Idem, 1861, pág. 53: Suicide d'un athée. Idem, pág. 270: La peine de talion).

161. A prece é útil às almas que sofrem?

A oração é recomendada pêlos bons Espíritos e ainda solicitada pêlos que sofrem, como um meio de aliviar seus sofrimentos. A alma .pela qual se ora, experimenta alívio porque a prece é um testemunho de interesse que por ela se toma e porque o desgraçado sempre se alegra quando encontra carações caridosos que compartilham de suas dores.

Além disso, pela oração a incitamos ao arrependimento e ao desejo de fazer o que for preciso para ser feliz. Neste sentido é que podemos abreviar-lhe as penas, se ela nos ajudar com sua boa vontade. (O Livro dos Espíritos, ng 664. - Revue Spirite, 1859, pág. 315: Effets de Ia prière sur lês Esprits soufrants).

162. Em que consiste o prazer que fruem os Espíritos felizes? Passam a eternidade na contemplação?

A justiça requer que a recompensa seja proporcional ao mérito, assim como o castigo à gravidade da falta. Existe, pois, uma infinidade de graus na ventura da alma, desde o instante em que ingressa no caminho do bem, até que tenha alcançado a perfeição.

A felicidade dos bons Espíritos consiste em conhecer todas as coisas, em não sentir ódio, ciúme, inveja, ambição ou qualquer das paixões que são responsáveis peia infelicidade dos homens. Consideram o amor que os une a fonte suprema da felicidade. Não experimentam os sofrimentos, as necessidades e as angústias da vida terrena. Um estado de perpétua contemplação, seria uma felicidade estúpida e monótona, como a do egoísta, pois a existência se transformaria, então numa inutilidade sem termo. Muito pelo contrário, a vida espiritual é uma incessante atividade para os Espíritos, pelas missões que do ser supremo recebem, como agentes no governo do universo, missões essas que são proporcionais ao adiantamento que tenham alcançado, e pelo cumprimento das quais sentem-se felizes, pois que lhes oferecem ensejo de se tornarem úteis e praticarem o bem. (O Livro dos Espíritos, n9 158. Ocupações e Missões dos Espíritos. - Revue Spirite, 1860, págs. 321 e 322: Lês purs Esprits: Lê séjour dês bienheurex. Idem, 1861, pág. 170: Madame Gourdon.

OBSERVAÇÃO - Convidamos os adversários do Espiritismo e os que não admitem a reencarnação, a apresentar, com respeito aos problemas acima expostos, uma solução mais lógica e por outro princípio que não o da pluralidade das existências.








Estimados amigos de jornada de vida e de ideal espírita aqui estamos novamente para falarmos de assuntos da doutrina. Estes dias deixamos mais para o esclarecimentos, e vos convido no link ao lado a participar com suas perguntas sobre Espiritismo, sobre a Casa Espírita, nesta noite madrugada, no entanto, vamos falar da visão do Espiritismo, sobre o fim da vida física, e o começo da vida espiritual, ou o retorno para o plano espiritual. Vamos tratar passo á passo porém sem profundidade pois nem todos estão prontos, no entanto os que lerem verão meu posicionamento e o da doutrina sobre o assunto.  Retornamos a esta pauta pelo pedido de alguns irmãos, pelo número de mortos ultimamente que tem abalado alguns companheiros, sobretudo em derrames, infartos, doenças do cérebro, enquanto escrevia mais um caso chegava ao meu conhecimento.  Sobretudo a citação do tema MORTE FÍSICA, é porque pessoalmente somos preparados para tudo, menos para a morte sendo que a na vida existem duas coisas certas, o dia do vosso nascimento, e o dia da morte física, o resto, será o que você escolher fazer na construção da sua vida, ao qual melhorar depende só de você.




Antes de chegarmos a morte física vamos falar aos amigos, da forma que os Espíritos nos orientaram, desta forma para que todos entendam toda a engenharia de vida, como DEUS propôs.

Viemos de um plano elevado, somos espíritos de uma raça evoluída tendo a frente Deus, por desmandos morais e de caráter, fomos separados de nossa especie original. Deus então determinou aos espíritos elevados que achassem um planeta, e uma especie em evolução, aqui, chegaram, na Terra.
Informaram a Deus, de toda a forma que seria necessária, ou seja o tipo de corpo que precisaríamos, somos espíritos leves, rápidos, porém em nosso mundo é outra DENSIDADE, precisaríamos de um corpo mais rústico, que também ajudássemos a evoluir,  para poder desenvolver passo a passo a inteligência de vida. 
Para mim que hoje não temo a morte, escrever sobre ela ao lado dos imortais, me é muito tranquilo, claro que a morte física em qualquer um traz a dor da saudade, mas a principal pergunta :

É o Que Estamos Fazendo Aqui ?

De uma maneira simples entendo que acaba de ser respondido, viemos evoluir, neste corpo, por um tempo, ele findo, o espírito vai deixa-lo, e retornar a sua base de origem para acertar sua jornada, levar as informações, não somos só ALMA, e ESPÍRITO, tem o PERISPÍRITO, ETC, tudo unificamos com as informações e nosso espírito, evolui ou fica parado, ou retorna a Terra para uma nova experiência de vida.

Estivemos ao longo do tempo de vida desde que nos aceitamos conhecer, ou seja, bom lembrar que o espírito após encarnado, demora 07 anos para compreender os compromissos que assumiu, fora num outro plano espiritual, após este período mediante os pais biológicos, e a educação, ele ruma, ao seu destino final que é a morte física, a foto acima mostra de maneira mais clara o que mais tememos ao longo da vida, ou seja, o fim da vida física, ela continua ou termina?

Ao longo de sua jornada onde escreveu as obras básicas Kardec nos deu o mesmoEvangelho, que é ensinado nas igrejas, com uma diferença comentado por ele, e pelos espíritos.

O Evangelho segundo o Espiritismo que deve seguir de guia, de controle, e de suporte ao longo de nossa vida, se o fizermos, na hora final do corpo teremos mais aceitação, vos convido a te-lo sempre a cabeceira de sua cama, como um guia, um tranquilizador.
São lembretes importantes de mensagens que o Cristo nos deixou, com um comentário de uma ciência, e de uma doutrina de fé que é a doutrina espírita.

Espero que todos compreendam que assim como nascimento, é uma festa, a morte, deve ser vista com alegria, é uma jornada que chega ao fim, não existe morte certa do corpo.
Digo dia CERTO, existe uma fase, geralmente termina após os 75 anos quando a missão é leve,  as mais duras vão até 90,100 anos, viver muito significa as vezes, depurar mais erros da encarnação passada e da presente, nem sempre é mérito, ajustes digamos necessários. No entanto muitas vezes por problemas físicos, vo genéticos, ou outros adquiridos, os corpos param de funcionar, com AVC ou INFARTOS, ou câncer, e assim saímos antes da hora marcada.
Os pensamentos criam males em nossos corpos, lembre-se ainda não temos o corpo ideal, dentro de uns 30 anos teremos algo bem perto, já que os espíritos que cuidam do planeta estão levando modificações que ocorrem ano a ano, é só olhar na sociedade de hoje e a de 50 anos atrás.

A hora é marcada por Deus?

     

 Não.

A hora exata é marcada por nós, junto com os espíritos que fizemos os tratados, antes de vir, se vamos sair da vida, no tempo que programamos, que pedimos, bem isto é outra coisa, é bom todos lembrarem que se os pensamentos forem corretos, se o corpo for cuidado, se a mente for cuidada, conseguiremos. No meio da jornada aparecem doenças, ou mesmo acidentes provocados ou marcados, nem todo acidente é marcado, existe toda uma sequência a ser observada na morte do corpo. Repito que é uma das crendices popular no meu entender, é dizer que Deus determinou o dia da morte física, Deus nos deu responsabilidades na vida espiritual quando aceitamos a jornada da depuração, do aprendizado que é a "ENCARNAÇÃO."

A presença de Deus na morte de cada um se faz pelos espíritos responsáveis, ele pessoalmente não pega, leva ninguém, isto é fantasia religiosa, nem mesmo Jesus, todos são conduzidos. A presença de Deus se dá pelos espíritos de luz, as vezes nem sempre, espíritos de familiares que vem se encontrar com o que parte na faixa densa da Terra. Lembrem que assumimos compromissos quando viemos ao planeta e vamos responder a cada um deles. É uma jornada como falo sempre, longa, E COM  rota, destinos, situações boas e ruins que nós mesmos projetamos e não Deus, muito do que pedimos aqui, fizemos na encarnação passada, ou solicitamos de prova nesta, necessário dizer que primeira encarnação é muito raro. O mecanismo é muito fácil de se entender, temos no entando algumas ferramentas que conspiram contra nós mesmos. A fim de evitar a loucura, esquecemos da outra vida, é passado, Deus não nos permite para nosso bem lembrar de nada nem do plano espiritual, nem de uma eventual encarnação antes desta.

Bom de um lado, terrível de outro, pois as explicações claro estão em nossas condutas anteriores, para nossos sofrimentos, e a morte física seria menos dolorida se soubéssemos o porque. Em face nosso apego material, não estamos prontos para seguir o roteiro, EM BREVE ESTAREMOS, DIZEM OS ESPÍRITOS, MUITO BREVE,  é importante entender que não nos ajudaria lembrar., antes de ir da vida passada, um dia toda a somatória será nos informada até a nível de ajustes, em alguns casos, para o bem do espírito mesmo após a morte, é mantido por um período o véu do esquecimento da encarnação anterior, pois poderia piorar a situação naquele momento. O problema desta regra é que sendo assim esquecemos, e neste momento, duvidamos, por duvidar, não confiamos, novamente Deus manda instalar uma lei fácil para que vivamos, a do livre arbítrio. Lembrem o plantio é livre a colheita obrigatória. Logo viveremos com a lei do livre arbitrio nos regendo, e seremos nós os trabalhadores da última hora, nós o que  devemos reconciliar com o  inimigo á caminho.

Quando Jesus disse isto DEIXOU CLARO QUE ELE FALAVA DA VIDA ENCARNADA, o seu juiz é você. PERDOE, PERMITA A OUTRA FACE, porque quando o corpo morrer, termina nossa caminhada aqui, é antes de sermos reavaliados pela nossa conduta após a morte física,  é que precisamos dar AMOR E COMPREENSÃO, á tudo e á todos. Acredito que até aqui não se exista dúvidas, mas ainda tememos a morte.

Como será?

A tranquilidade para enfrentarmos a realidade de vida, após a vida, dependerá das condutas morais, sociais, familiares, de perdão, de amor, de orgulho, de vaidade, de ego, de humildade, de sexo, de sexolatria, de vícios que formos adquirindo, tudo isto, ditará se no momento final da vida no planeta Terra teremos uma passagem saudável para o plano espiritual, e tranquila,. O nascimento é um momento complexo para a criança, e para o espírito, as informações estão desencontradas, e somos guiados, por médicos, familiares, amor, e espíritos, para que cheguemos e tomemos posse da nossa vida na carne, A MORTE TAMBÉM, porém com mais conhecimento. Algo que vai definir ajuda na hora da saída do corpo é a fé, um mecanismo que vem instalado em nosso cérebro, que vai ser alimentando de acordo com as nossas crenças religiosas, doutrinárias, e com o nosso livre arbítrio. E COM O HISTÓRICO DA NOSSA VIDA NA TERRA. Sim o texto é longo, mas necessário para que possamos ter mais aceitação não só com a nossa partida, mas de pessoas que amamos.


Em qualquer situação de morte do corpo físico o espírito é retirado, as dores que sentimos é porque estamos numa viagem, que será rápida em média 15 minutos onde não falaremos, seremos ajudados por companheiros da outra dimensão.
Existem relatos claros que a parada total do corpo, ou seja o desligamento físico, demora um pouco além de uma hora.
O estado do ambiente em que estamos partindo interfere no processo de desligamento espiritual, digo no tempo mais ou menos rápido e tranquilo.
Precisamos entender,  que saímos antes e que muitas vezes não lembraremos das situações criadas, só uma explicação uma morte por acidente, o espírito deixa o corpo antes do momento físico final para que ele não sinta o processo de dor física na transferência de dimensão.
Ainda demoraremos alguns dias para entender todo o processo de morte do corpo físico, no entanto recebemos relatos, e informações que alguns espíritos são capazes não só de saberem que estão partindo, mas participarem do proprio vélorio, divido a sua evolução nos 07 dias que permancerão na Terra, estes mais evoluído viveram ao lado de entes e amigos queridos, para um desligamento maior após esta semana.

Outras vezes não, como viver melhor e morrer fisicamente melhor?
Bem para isto precisamos estudar, aprender, ter fé, certos que um dia irá acontecer, não importa a causa.
E QUE JAMAIS DEVEMOS RETIRAR NOSSA VIDA, A PENA PARA ISTO É TERRIVEL.



Quero lembrar a todos, que nestes 10, 15, 20 minutos que pertencem aos ESPÍRITOS somos auxiliados, o processo de desligamento do cérebro, do coração e o desligamento do perispírito vai se dando passo á passo, de acordo um programa eficaz . O corpo então para, o espírito se separa a sensação é como se estivesse com muito sono, sem direção certa, um tipo de ausência de conhecimento dos fatos, que pode demorar digamos uma variação 10 á 30 minutos nos casos dos merecedores, ou meses, ou ainda anos de acordo com crença, ou mesmo apego MATERIAL, lendo a obra de KARDEC terá as respostas completas. Sobre os casos de pacientes de hospital que tem infecção generalizada e passam dias, ou horas, ou mesmo as vitimas de enfarto, ou derrame, que fiquem no leito, ali, a retirada do espírito é feita aos poucos o que sugere, digamos menos sofrimento, quando sentimos que estamos desencarnando como falam os espíritas, é necessário deixar, ir, soltar-se das pessoas, e sobretudo das coisas materiais, para uma passagem mais leve.

Existem casos de espíritos que morrem e que simplesmente retornam para a casa onde viveram e vivem como se nada tivesse acontecido, num estado de loucura entre a vida após a vida, e a terra.
O espírito acaba não se soltando de bens materiais, casas, suas crenças reais plantadas durante toda uma vida, e aqui ficam, serão auxiliados conforme o merecimento de cada um. 
Outros irão ficar até que seus entes queridos recebam noticias ou informações e isto pode levar meses até que a primeira comunicação seja feita. O que devemos fazer, é preces, por maior dor que seja a partida de alguém muito apego, amor, choro, pode sim afetar o espírito. Ainda com base em relatos dos espíritos de luz informo que muitos espíritos ao desencarnar, ficam do lado do corpo sem saber o que fazer no cemitério, mas não se preocupe, existe uma equipe espiritual, que faz isto, existe o mentor, toda uma engenharia ninguém está só. Esta equipe irá retira-los de lá, mas já no exercício pleno de explicação, se o espírita disser que não vai, ficará lá, porque? a regra é sempre a escolha é sua, livre arbitrio.

Muitos em mortes que não aceitam e contamos aqui um caso do ESPÍRITO DA ESTAÇÃO DA PAULISTA, que ficou 30 anos esperando um TREM, não aceitava sua morte física, então CALMA, tentem ser equilibrados se sentirem que estão partindo. 
Importante dizer que algumas perguntas foram feitas por Kardec aos espíritos, quando do LIVRO DOS ESPÍRITOS, e eles esclareceram e os senhores leram abaixo questões que entendi serem importantes para esta visão da vida, e do fim da vida do corpo na terra.

Escolhi as perguntas alternadamente portanto, sem uma ordem específica para que as respostas dos amigos do plano espiritual se enquadrem no nosso contexto aqui:

Na questão 286, que vem de uma sequência de informações na vida além túmulo Kardec, pergunta aos espíritos: "A ALMA, AO DEIXAR OS DESPOJOS MORTAIS, VÊ IMEDIATAMENTE OS PARENTES E AMIGOS QUE A PRECEDERAM NO MUNDO DOS ESPÍRITOS?

A resposta foi: " - Imediatamente, nem sempre; pois como já dissemos, lhe é necessário algum tempo para reconhecer o seu estado e sacudir o véu material. "
Na questão 287, Kardec indaga aos imortais: "COMO A ALMA É RECEBIDA , NA SUA VOLTA AO MUNDO DOS ESPÍRITOS?

E a resposta é: "a DO JUSTO, COMO UM IRMÃO BEM-AMADO E LONGAMENTE ESPERADO; A DO MAU, COMO UM SER QUE SE DESPREZA"

Allan Kardec, era rígido, disciplinador, indagava insistentemente os Espíritos, e ponderava sobre  as respostas lhe dadas, continuou o Lionês, em sua sabatina da morte do corpo, a maior questão se repete na pergunta 289 onde o Francês, indaga aos espíritos:

"Nossos parentes e nossos amigos vêm, às vezes, ao nosso encontro, quando deixamos a Terra?"

Novamente os espíritos respondem: "SIM, VÊM AO NOSSO ENCONTRO DA ALMA QUE ESTIMAM, FELICITAM-NA COMO NO REGRESSO DE UMA VIAGEM, SE ELA ESCAPOU AOS PERIGOS DO CAMINHO, E A AJUDAM A SE DESPRENDER DOS LIAMES CORPORAIS; É UM FAVOR CONCEDIDO AOS BONS ESPÍRITOS, QUANDO OS QUE OS AMAM VÊM AO SEU ENCONTRO, ENQUANTO OS QUE ESTÃO MANCHADOS FICAM NO ISOLAMENTO OU CERCADOS SOMENTE DE ESPÍRITOS, SEMELHANTES A ELES, É UMA PUNIÇÃO.

Vejo hoje desesperados, parentes encarnados, querendo saber noticias após a morte recente, é preciso esperar dias, as vezes meses, sobretudo não temos mais médiuns do padrão Chico Xavier, existem bons médiuns no entanto a questão de noticias após a morte é complexa e precisa de uma longa explicação futura. Apenas quero dizer que não existem comunicação, com 30 dias, 60, ou 90 dias, salvo rarissímas excessões, pode demorar pelo menos dois anos para casos serem anotados de forma correta. Sei de centro espíritas que se aproveitam da dor do encarnado, para dizer que ele está ali, as vezes está, mas ainda sem poder falar, não podemos comparar todos com os exemplos, de Kardec e ou Bezerra de Menezes que escreveram horas após terem partido.

Um espírito pode ser envocado até 08 horas depois de sua morte total, o problema é o que isto fará a ele, se não estiver preparado, você está pronto para conviver com alguém para o resto de sua encarnação ao seu lado, as vezes levando você ao tormento mental? 
Dois anos após na maioria dos casos é o ideal, tenho visto comunicações com 04 meses, 45 dias, e as vezes me pergunto se é leram bem as intruções de Kardec sobre o assunto, amigos não é fácil abrir o portal da outra dimensão. Conheci casos que noticias só vieram depois depois de 6 anos da morte física, como do meu pai, eu nem tinha perguntado, e numa sessão espírita, veio um comunicado por um médium em Itapetininga onde estava presente, as vezes é assim, o telefone como digo sempre, toca de lá para cá. Temos que aceitar que é muito difícil a comunicação ainda se as pessoas ESTUDASSEM veriam a importância do silêncio, da ausência de curiosidade em Casas Espíritas, ou até mesmo igrejas, onde os espíritos estão ajudando, bem como em hospitais, é preciso silêncio e reflexão.

Na questão 304, Kardec pergunta aos imortais, "O espírito se lembra da sua existência corpórea?
Ao que lhe é respondido: "Sim, tendo vivido muitas vezes como homem ou mulher recorda-se do que foi. E te assegure que, por vezes, ri-se de piedade de si mesmo. Logo a seguir o amigo Francês entendeu de perguntar: "A lembrança da existência corpórea se apresenta ao Espírito de maneira completa e inopinada, após a morte?"
E vem a seguinte resposta: "NÃO, mas pouco à pouco, como alguma coisa que sai de um nevoeiro, e à medida que nela vai fixando a sua atenção"

Estamos respondendo hoje de maneira mais direta o que ficou em aberto lá atrás, para alguns companheiros que me escreveram, é simples o resumo da ópera; ninguém chega voando, não existe o paraíso no formato descrito, a vida vai continuar lá, com deveres e obrigações, trabalho, claro que não com o objetivo de remuneração em ouro ou dinheiro. Grupos afins, equipes, as vezes novas famílias com alguns membros sem lembrança da vida física que não pertence só a Terra. O que recebemos no plano espiritual? em troca do trabalho. Recebemos bônus, e sexo também só que de forma diferente, e somente depois de muito tempo, e com companheiras ou companheiros que se possua AFINIDADE ESPIRITUAL, esta questão do sexo atormenta alguns, abro o espaço para dizer que aqui ele é feito para a procriação e prazer, no plano espiritual quando permitido, por amizade, e trocas de energias, sem objetivos de fecundação, digamos que é prazer intenso, que dois espíritos podem tocar entre si, na Terra existem casos raros de pessoas assim, já aqui, mas isto, é outro tema.

Nem sempre a visão do espírito será a mesma daqui, é por semelhança, com base de dados do PERISPÍRITO  que veremos os companheiros, e já instruídos e tratados, devemos seguir, de acordo com o que propõe os líderes espirituais, que encontraremos sempre as respostas. Não existe poder por imposição ou riqueza sem o dinheiro, todos são iguais, o que nos difere lá serão os estudos daqui, a fé, o conhecimento de outras encarnações, e portanto uma elevação nas obras, juntos com amigos de outros planetas, que vão ter com Deus, e com a espiritualidade o mesmo acerto, e a mesma chance, um dia podemos até ir aos outros, em outras formas físicas. Já se sabe da existência de vidas em outros planetas, é informação privilégiada de países poderosos como os Estados Unidos, Russia, China, França, Inglaterra, que não divulgam porque em países de menos cultura, ou mesmo dentre nós criaria duvida na fé. No Deus, em Jesus, e isto seria um pânico a lei e a ordem, então até que conseguiram dar esta informação aos demais, ficaremos na dúvida, mas antes de 2017, a vida em outros planetas serão oficializada, o atraso em mais de 70 anos disso se deve ao egoísto do ser humano.
 Após cientes que estamos mortos do plano físico, veremos JESUS ? 
 NÃO.

Desçamos da soberba, você se acha apto após os seus erros, a sair e cair nos braços de um espírito de elevada grandeza como Jesus? menos sim.

 Poderia dizer que somente os que tiveram aqui uma vida ilibada 1.000% teria a condição de imediatamente sair do plano da Terra e ir para uma estação tipo NOSSO LAR como mostra a foto acim como ilustrativa.
Agora espíritos como o de Jesus podem até chegar perto, muito dificilmente irá, Jesus está no que chamamos plano elevado.
E para nós irmos direto ou mesmo passando por uma estação demora muita evolução pessoal, sinceramente digamos que esta condição é dada apenas a espíritos elevados que encarnam no planeta Terra e já retornam ao plano superior em pouco tempo, não é o caso de 99% da população, então não morra com esta expectativa.
Até Jesus teremos trabalho, se é isto que deseja, modifique seus atos aqui, para quando do estado de morte, que é um estado de espírito, projete em sua mente terrena, em seu períspirito a ação de ida de seu espírito a um plano tipo estação de luz, supra citada, mas, lembre, dependerá de fatores, atitudes, e pureza em vosso coração.



Se não devemos ter ilusões de ver o amado mestre, lembre-se que veremos companheiros de elevada grandeza ou em jornada de cura e de ajuda, que virão fazer parte de nosso dia á dia.

Voltando ao foco do desencarne, ou seja da morte física, num processo normal quero lembrar que após o sétimo dia, o espírito retorna a sua casa, quando não logo após seu sepultamento, acompanhado, de espíritos de luz, ou mesmo de amigos ou parentes, entorpecido, não consegue entender, e é adormecido, para não entrar em alucinações e cair no plano Umbralino sem receber as devidas instruções. 
Após a definição deste processo, o espírito vai ao local de trabalho, dependendo do seu status de aceitação da morte, lhe são concedidas visitas á familiares, amigos, e locais que mais gostava.
No prazo do dia 30 da de sua morte, é afastado para tratamento onde adormece por dias, para retornar a última visita, antes das definições de onde cumprirá suas penalizações, ou de onde receberá seus méritos, o tempo de Umbral, será decidido sempre após o espírito ter tirado os miasmas espirituais da morte, ter recebido fluídos e energias, espirituais, ter entendido que é melhor se afastar da família, e todo este processo precisa da ajuda dos que ficaram, senão o morto  ficará num vácuo entre sua antiga vida, e a nova até que aqui os "saudosos" o deixem partir de fato.

Sei que não é fácil ler, mas temos que aceitar, a saudade, não é só de quem fica, é também de quem parte.
Outras questões pertinentes neste assunto ACEITAÇÃO DA MORTE FÍSICA, VEM na questão 320, onde Kardec pergunta aos espíritos:
"Os espíritos são sensíveis à saudade dos que os amavam na Terra?

E a resposta vem direta: " "Muito mais do que podeis julgar. Essa lembrança aumenta-lhes a felicidade, se são felizes, e se são infelizes, serve-lhes de alívio."





Na questão 327, Kardec pergunta aos espíritos, se aquele que acaba de morrer no plano físico assisti seu próprio funeral, ao que lhe foi dito que sim, muitas vezes, no entanto muitas vezes lá estão e não percebem o que se passa.

As questões de herança e divisão são tratadas com conhecimento do falecido, e a resposta que veio é que sim, muitas vezes ele assisti a tudo, discussões, quando existem pelo que foi seu, mal trato com suas coisas que lhe custaram, muito, porém isto é permitido para que possam avaliar quem eram as pessoas que aqui deixaram, e se desapegar a matéria.

Como prova disto, recentemente estive numa FUNERÁRIA, um amigo médium vidente estava junto, e viu pessoas, lá discutindo com o parente morto do lado, é preciso respeito aos mortos, aos seus pertences, porque são elo de ligação, eu disse respeito e não apego. Quando voltamos ao plano espiritual precisamos de paz, o mecanismo é simples e pode ser preparado, não pensando na morte, mas como, pensaram nossos amigos que criaram o sistema, ou seja, que tenhamos aprendizado, pois quando partimos precisaremos dele. Porque permitem ver divisões de bens, e situações difíceis financeiras ? Para que o morto fisicamente consiga aceitação que muitas vezes perdeu tempo, e para que eles os mortos recentes,  possam evoluir e deixarem o apego as coisas materiais da Terra, uma mãe por exemplo quer saber quem foi sincero de seus filhos e como agiu ele na partilha, infelizmente nem sempre o espírito que partiu verá coisas boas como já sabemos aqui.

A MORTE AMADOS É UM FASE APENAS, PARA NOSSO ESPÍRITO, NOS PREPAREMOS PARA ELA.

LUZ E PAZ AMADOS, E LEMBRE NA MORTE FÍSICA TEMOS QUE MANTER A CALMA, A FÉ E A CONFIANÇA OS QUE PARTEM, OS QUE FICAM, CERTO QUE NADA PODERÁ SER MUDADO, E QUE A VIDA NA TERRA CONTINUA, SÓ PARA OS QUE FICARAM, E QUE AO MORTO FÍSICO, ELA CONTINUA SIM, NA VIDA AGORA ESPIRITUAL.


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postado por : PREESPIRITA